terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Após fracassarem na tentavita de fim do mundo Maias pretendem acabar com o Rio Grande do Norte

Maias: Cacique Rosalba e Pajé Agripino 

O povo Maia habitou a América Central a partir do sul do México. Por causa de seu calendário que contou o tempo com início em 3114 antes de Cristo e término em 21 de dezembro de 2012 os Maias foram envolvidos numa polêmica profecia de fim do mundo. O dia 21 de dezembro passou, o mundo continua.

Outro povo Maia, originário do sertão paraibano entocou-se aqui no Rio Grande do Norte desde a década de 1930, onde fizeram carreira política pela extrema direita dando suporte a ditadura militar e, habilmente sobrevivendo a ela, mantêm grande influência no cenário político potiguar, inclusive comandando o executivo estadual.

O primeiro expoente da família MAIA, o médico pediatra Tarcísio Maia, foi deputado federal pela UDN e Governador do estado (biônico) pela ARENA, partido do regime militar, de 1975 a 1979 quando foi sucedido pelo seu primo Lavoisier Maia (1979-1983) que passou a bola pro filho de Tarcísio o atual senador e presidente nacional do "partido" DEM José Agripino Maia.

Apesar do grande desgaste Agripino Maia conseguiu se reeleger ao senado federal em 2010 casando o voto com Garibalde Alves (senador) e Rosalba Ciarlini Rosado "Maia" (governador), numa grande tramoia política.

Hoje esse grupo político é hegemônico tendo nas mãos o governo do estado, as 03 cadeiras no senado e a maioria dos deputados federais e estaduais.


Após 2 anos no poder a situação é lastimável. A administração da governadora Rosalba Ciarlini é pessimamente avaliada. E a situação administrativa do estado beira o caos.

Recentemente o abandono da saúde do RN foi tema de reportagens dos grandes canais de TV do país quando foi mostrado a superlotação dos hospitais, falta de leitos, falta de médicos e de remédios. A educação passou por várias greves inclusive a considerada mais longa do setor no estado em todos os tempos; a polícia civil também já entrou em greve duas vezes em dois anos e também sofre com a falta de estrutura; a agricultura e a pecuária passam por uma grave crise e o governo do estado vira as costas para os agricultores e criadores, além da falta de programas assistenciais para este período de seca, os escritórios da EMATER não funcionam em vários municípios, por falta de estrutura ou de técnico; a crise na segurança pública tem trazido de volta o problema do assalto à bancos e o alto índice de assassinatos no estado.

Enquanto isso o governo Rosalba gasta mais com propaganda e com diárias do que com a saúde no estado.

Isto é o Fim!

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